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 REFLEXÃO DO DIA: 16/03/2018

 

O que o universo está querendo nos ensinar? Quantas vezes será necessário passar pelas mesmas experiências até conseguir escutar o que ele, está GRITANDO à nossa alma? O quanto será preciso DOER até conseguirmos despertar? O que é preciso fazer para aprender?

Passamos a vida vivendo em função do outro. O que ele fez que me feriu, o que ele deixou de fazer que me magoou...Por falta 'deste', queremos morrer, sem 'aquele', não vale mais a pena viver...Descartamos essa ‘criatura’ porque é impossível viver com ela, ignoramos 'aquela outra' porque com aquela o impossível é conviver.

E EU? ‘Qual a minha responsabilidade na desordem da qual eu me queixo’?

O universo se manifesta na dualidade, nos pares de opostos... Da ausência do som apresenta-se o silêncio, da falta da luz surge a sombra, do fim da noite nasce o dia, da extinção do calor tem-se o frio... O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado e o carinho, o que contrapõe o ódio é o amor... Tudo tem dois polos que embora se diferenciem em grau comungam da mesma natureza.

Assim sendo, repito a pergunta: ‘Qual a minha responsabilidade na desordem da qual eu me queixo’? Qual a natureza dos sentimentos que eu tenho efetivamente usufruído em minha vida e em que grau? O quanto eu tenho cobrado do outro o que ele não tem para dar e principalmente o quanto eu não tenho me preenchido do que eu devo oferecer?

É preciso aprender a agir diferente e antes de tudo é preciso perceber que, o que nos incomoda no outro é justamente o que não conseguimos lidar em nós mesmos, “O que há dentro, é como o que há fora”, o que conseguimos enxergar no outro, fora, tanto de bom quanto de ruim é somente o reflexo do que há em nós mesmos, dentro.

Então 'como posso culpar o vento pela desordem, se fui eu quem deixou a janela aberta'?

 

O universo não está controlando meu DESTINO, me punindo ou me beneficiando, está apenas respondendo à atitude vibracional que meu SER está emitindo, na busca por aprender o que é necessário para minha evolução. Não é o universo quem está GRITANDO à minha alma, mas minha alma quem suplica e atrai acontecimentos e experiências que promovam meu crescimento, os quais eu repetirei quantas vezes for necessário para amadurecer suficientemente para crescer e evoluir.

Quanto a dor...Ahhh a DOR, essa  terá a dimensão do apego que eu tenho a tudo que precisa morrer dentro de mim, para que eu possa me elevar e embora ela seja inevitável, está nas minhas mãos sofrer, ou não, crescer, ou não, deixar que ela me paralise ou permitir que ela me impulsione.

 

Que na busca pelas variáveis para solucionar o problema do ser, do destino e da dor possamos descobrir no interior de nós mesmos as respostas e a força necessária para encontrar a saída, sem nos esquecermos de que ‘se crescemos com os golpes duros da vida, também podemos crescer com os toques suaves da alma’.

 

Em tempos de tantas dores que possam também florescer amores!                              

                                                                            Fabiana  Gino!

Leia também:

A SOLUÇÃO DA DOR NO DESTINO DO SER...

QUAL A MINHA RESPONSABILIDADE NA DESORDEM DA QUAL EU ME QUEIXO?

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